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João Pessoa, Paraíba, Brazil
Oi gente! Esse é o meu poodle Wally, o seu nome é uma homenagem ao antigo personagem da série de livros: Onde está Wally? Assim como ele gosta de aventuras e brincadeiras. As crianças são a sua alegria, gosta de correr, latir muuuuito KKKKKKKK,caminhar e passear de carro (hum...na janela é uma delícia!). Moramos em cidade litorânea e a brisa e o cheiro de mar que chegam na varanda lhe hipnotizam. Fica horas deitado ou sentado sob o sol da manhã.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Cães e Gatos e a idade...


Cães e gatos idosos exigem atenção especial

Assim como nós, os animais também ficam idosos e precisam de atenção, carinho e cuidados redobrados durante essa etapa da vida. A diferença é que, infelizmente, eles atingem essa fase bem antes que seus tutores.
Em média os cães se tornam idosos por volta dos oito anos de idade e os gatos, a partir dos dez anos. Porém a conta não é tão simples. “A raça e o porte interferem na expectativa de vida dos cães. Animais de grande porte vivem menos por uma série de motivos e doenças pré-dispostas”, explica a veterinária Ana Lúcia Geraldi.
O termômetro para perceber que o animal já é mais do que um adulto é ficar de olho em seu comportamento e na sua saúde. Nessa fase, uma série de doenças podem complicar sua vida, como catarata, surdez, falta de dentes, artrite, osteoporose, problemas cardíacos, entre outros. O animal diminui o ritmo, fica mais calmo e precisa de mais atenção.
Ancião
Foi o que aconteceu com Pimpa nos últimos anos. O cocker que desafia a expectativa de vida canina está com 16 anos e nenhuma doença, mas já anda devagarinho, meio bambo das pernas. “Das minhas memórias, ele sempre esteve comigo”, conta o estudante Henrique Aquino, que tem a mesma idade que seu cão.
Pimpa já foi um cachorro que não podia ver um portão aberto que saía correndo para rua. Certa vez, perdeu-se, foi encontrado na estrada por outras pessoas e acabou fazendo uma viagem para a cidade de São Paulo antes de reencontrar seus donos em Bauru.

sábado, 7 de dezembro de 2013

ADESTRAMENTO DURANTE O PASSEIO...

Passear com seu cãozinho pode ser uma atividade muito prazerosa, um momento de conexão e diversão entre você e ele. Para ensinar seu animal a passear de maneira tranquila, seguem algumas dicas, que facilitarão o aprendizado:

- Desde o início do passeio, comece impondo limites ao cãozinho: peça para ele se sentar, antes de passar pelas portas. Dentro do elevador, não deixe que ele saia puxando em direção à árvore favorita. Isso fará com que ele preste mais atenção em você e fique mais controlado.

- Utilize petiscos e induza o cão a caminhar ao seu lado, com a guia frouxa, seguindo o petisco que está em sua mão. Recompense-o várias vezes, desde que ele caminhe calmamente.


- Se o cão puxar e esticar a guia para chegar em um poste, por exemplo, simplesmente pare o passeio e mostre a ele que esse comportamento não funciona. Ou seja, garanta que ele não consiga ir até o poste. 

- Faça com que o percurso seja imprevisível: mude de direção abruptamente, pare durante a caminhada, alterne a velocidade, e recompense o pet sempre que ele prestar atenção e o acompanhar. Um passeio monótono pode fazer com que o cão se distraia com coisas da rua e não tenha foco em você.


- Utilize os equipamentos certos: a guia sempre deve ser mais longa, aproximadamente 1,5m, para dar ao cão liberdade, mas que o impeça de seguir muito à frente. Alguns cães se dão muito bem com enforcadores, pois, assim que sentem algum desconforto, param de puxar.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Cardiologia Veterinária

As vegetações causadas pela infecção bacteriana nas válvulas cardíacas são friáveis e tendem a liberar micro ou macro êmbolos bacterianos. Os micro êmbolos na circulação arterial sistêmica normalmente envolvem rins, baço e ocasionalmente cérebro e coração.
Os sinais clínicos tanto de bacteremia quanto de endocardite são similares. Os sintomas podem variar como resultado da septicemia, embolismo e áreas afetadas. Como sinais temos: febre, letargia, anorexia (falta de apetite) e perda de peso.
Dor abdominal e sinais gastrointestinais podem ocorre devido à de embolização esplênica (no baço), renal ou de artéria mesentéricas.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

ANSIEDADE POR SEPARAÇÃO


Cães muito dependentes dos donos podem sofrer de ansiedade da separação

A ansiedade da separação é um processo muito doloroso, principalmente para o cão que é muito dependente do dono. Ele sofre com o medo constante de ser abandonado, mesmo quando o dono vai apenas até a padaria. A ansiedade da separação é um transtorno que acomete cães de todas as espécies e idades. O dono do cão também pode ser dependente do animal.
Daniela Sanzi, especialista em comportamento animal, fez alguns esclarecimentos sobre essa dependência: “Quando a pessoa pega um cachorro, ela muitas vezes, inconscientemente, deposita todo tipo de carência naquele bicho, muita expectativa na relação cachorro- pessoa, o que numa relação pessoa-pessoa, já seria bem complicado. Então você pega um bichinho que não entende nada ainda e tenta cobrar dele uma relação complexa: “ontem eu queria agarrar e pegar no colo, hoje ele quer subir no meu colo e eu não quero…”, então, quanto mais regrado for o dono, mais obediente e tranquilo será o cachorro”.
Segundo Sanzi um engano muito comum é quando a pessoa tira férias e quer aproveitar para passear mais com o bichinho, na verdade não está fazendo bem, porque quando voltar a trabalhar ele vai sofrer.
O animal por consequência vai demonstrar sinais da ansiedade de separação que podem ser bem ruins, como o bichinho desenvolver um comportamento indesejado. Ele vai começar a estragar coisas, comer jornal, vai começar a fazer coco e xixi fora do lugar com o intuito de chamar atenção.