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João Pessoa, Paraíba, Brazil
Oi gente! Esse é o meu poodle Wally, o seu nome é uma homenagem ao antigo personagem da série de livros: Onde está Wally? Assim como ele gosta de aventuras e brincadeiras. As crianças são a sua alegria, gosta de correr, latir muuuuito KKKKKKKK,caminhar e passear de carro (hum...na janela é uma delícia!). Moramos em cidade litorânea e a brisa e o cheiro de mar que chegam na varanda lhe hipnotizam. Fica horas deitado ou sentado sob o sol da manhã.
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terça-feira, 1 de julho de 2014

10 dicas para lidar com a ansiedade de separação dos cães

Como lidar com a ansiedade de separação

1) Proporcione independência na rotina para segurança emocional: 
Cães precisam se acostumar no dia a dia a terem atividades sozinhos, sem o dono, tanto para que ele desenvolva suas capacidades exploratórias e dê liberdade para o dono ver um filme no sofá de casa, receber amigos ou namorar, quanto para que o animal se sinta confiante em uma eventual falta de humanos na casa.
2) Use o comando “fica!”: O cão deve ser acostumado a ausências temporárias por meio do comando “fica!”, pois o animal ao ficar parado, ver o dono sair do campo visual e retornar, percebe que não é necessário demonstrar insatisfação quando ele voltar.
3) Diga não às longas despedidas: Dar carinho extra e pedir desculpas ao cão antes de sair só servirá para deixá-lo mais ansioso e propenso ao sofrimento. Na hora de sair vá embora sem cerimônia.
4)Associe a saída a uma recompensa: Dê um brinquedo que seu cão goste muito antes de sair e retire da posse dele assim que chegar. O acesso ao brinquedo deve ser exclusivo para momentos de ausência, para que o cão atribua a sua saída a esta diversão e se sinta bem.
5)Dê liberdade de circulação ao cão: Permita que o animal tenha livre acesso à casa durante sua ausência para que ele possa se sentir mais calmo  e seguro nos espaços de convivência comum com seu dono.
6)Deixe objetos com seu cheiro: Se precisar isolar o cachorro em um cômodo, deixe com ele objetos com seu odor para que ele associe à sua presença e se sinta calmo.
7)Evite contextos traumatizantes: evite que durante sua ausência seu animal seja submetido a qualquer tipo de susto, como barulhos e queda de objetos.
8)Ocupe seu cão: proporcione atividades para ocupar o cão física e mentalmente. Esconda petiscos pela casa para ele procurar ou prenda-os em uma garrafa pet com pequenos furos para ele gastar tempo tentando comer.
9)Não chegue fazendo festa: Não dê atenção ao cão imediatamente após a chegada. Mantenha-se calmo e relaxado, tire os sapatos, vá ao banheiro, tome um banho e só depois dê o carinho e atenção a devida ao seu companheiro. Além de ensiná-lo a respeitar seu espaço, ele vai entender que a sua saída não foi um grande drama.
10)Considere a possibilidade de ter outro cão: Ter um companheiro, de preferência do sexo oposto, além de ser mais um motivo de felicidade para você, pode ajudar seu cão a passar o tempo com menos ansiedade durante sua ausência. Ambos vão se divertir bastante juntos!

Fonte:http://www.petmag.com.br

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Brasil é quarto no ranking mundial da população de pets



O Brasil tem grande potencial e se destaca no setor pet quando comparado aos outros países. Segundo dados do Euromonitor, divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), no ano passado a população de animais de estimação mundial chegou a 1,51 bilhão.
A China é a primeira colocada no ranking mundial da população de pets, em segundo lugar temos os Estados Unidos, em terceiro lugar o Reino Unido e em quarto o Brasil. É esperado que o Brasil se mantenha em quarto lugar com estimativa de crescimento de 5%.
Com uma população de 199 milhões de habitantes em 2012, segundo o IBGE, podemos dizer que existe praticamente um animal de estimação para cada dois brasileiros. Mas como o crescimento dos pets é constante, e nossa população cresce mais vagarosamente, essa relação pet/ser humano deve se tornar maior.
Para 2013, a Abinpet prevê um faturamento interno de R$ 15,4 bilhões, crescimento de 8,1% sobre 2012, que fechou com R$ 14,2 bilhões. O montante pode significar 0,34% do PIB 2013 do país. Em 2012, a indústria de produtos para animais de estimação chegou a ocupar 0,32% do PIB nacional, número superior àqueles das geladeiras e freezers (0,14%), componentes elétricos e eletrônicos (0,23%) e automação industrial (0,09%). País tem 106,2 milhões de animais de estimação, que movimentam um mercado de aproximadamente R$ 15,4 bilhões, segundo projeções para 2013.

Fonte: Revista Cães & Gatos
Adaptação: Revista Veterinária

domingo, 22 de junho de 2014

Halitose nos pets


A halitose nos cachorros e gatos é muito comum, porém não é normal, quando constatado esse sintoma eh indicação de que algo não está bem com o animal. Sendo a maior causa o cálculo nos dentes, ou seja, o tártaro.
O tártaro é formado pelo acumulo de sujeira nos dentes, decorrente da não escovação, o problema afeta 85% dos pets a partir dos três anos de idade e a melhor maneira para se prevenir é escovar os dentes do animal.
Quando o animal apresentar o mau hálito é melhor procurar o médico veterinário, pois o sintoma também é característico do tumor de boca. Se o acúmulo de tártaro for a causa da halitose, o animal precisará passar por uma raspagem por meio de equipamentos adequados como o ultrassom e curetas, com o polimento dos dentes, usando anestesia geral. Em alguns casos, a doença periodontal, que acomete a gengiva, já está instalada e atingiu estruturas que sustentam o dente.
Para cuidar da saúde bucal do seu animal é preciso: escovar os dentes uma vez ao dia; usar creme dental específico para os animais; biscoito, ração seca, tiras de couro, ossos de couro e brinquedos para cães e gatos ajudam a remover a placa bacteriana e ir ao veterinário com frequência apara que possa ser feita avaliações.

Fonte: CRMV
Adaptação:

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Cuidando dos dentes.

Cuidar da higiene bucal não é privilégio somente dos seres humanos! Os animais também necessitam de escovação regular e visitas ao  "veterinário dentista" para limpeza e avaliação de sua dentição. 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

AS PULGAS ESTÃO SOLTAS...


Proliferação de pulgas e os cuidados a serem tomados

As pulgas são parasitas que acometem os animais causando grande incômodo. Para evitar a sua proliferação é necessário manter o ambiente sempre limpo e arejado, e também é necessário utilizar os produtos indicados pelo médico veterinário na prevenção do parasita.
As pulgas não dependem diretamente dos animais para sobreviverem,porém alimenta-se do seu sangue. Ao alimentar-se a pulga causa muita coceira levando o animal ao incômodo. E também causa, através do verme chamado Dipilidium que é transmitido pelas pulgas, diarreia, diminuição de peso e vômitos, deixando o animal vulnerável a outras doenças. 
Outra doença que pode acometer os animais através da picada das pulgas é a dermatite alérgica (DAPP), que se caracteriza pela vermelhidão na pele, queda de pelos e ferimentos. Para combater as pulgas e evitar possíveis doenças, limpe o local onde os animais vivem, garantindo a circulação de ar e luz solar. Porém, se a infestação pelo parasita for grande é necessário recorrer à dedetização.
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Fonte: Pernambuco
Adaptação: Revista Veterinária

quinta-feira, 27 de março de 2014

Cães e Gatos: Vamos ao dentista?


CÃES E GATOS TAMBÉM PODEM TER DOR DE DENTE! 


Quantas vezes você já olhou a boca do seu animal de estimação ??? 

Estudos revelam que cerca de 85% dos cães e gatos acima dos 3 anos de idade apresentam a doença periodontal, considerada a doença mais comum entre os animais de companhia. A doença periodontal acomete o periodonto, ou seja, a estrutura responsável pela fixação do dente na boca. O processo inicia-se com a deposição contínua da placa bacteriana sobre os dentes. Se ela não for removida, como fazemos diariamente ao passar o fio dental e escovar os dentes, as bactérias presentes começam a causar inflamação na gengiva (gengivite).
Com o passar do tempo, a placa bacteriana calcifica-se, formando o chamado cálculo dental, mais conhecido como "tártaro". Com a progressão da gengivite e do acúmulo de "tártaro", as estruturas de sustentação do dente são destruídas e, por fim, o dente é perdido. Porém, o prejuízo não pára por aqui ! Esta é uma lesão infecciosa, logo, as bactérias podem penetrar a corrente sangüínea, espalhando-se pelo corpo do animal e causando lesões em órgãos vitais como coração, rins e fígado. 
Como perceber que o seu amigo está sendo acometido pela doença periodontal ? Fique atento, os sinais mais comuns são: 
- Mau hálito
- Acúmulo de placa bacteriana
- Presença de "tártaro" (crostas amareladas ou amarronzadas sobre os dentes)
- Sangramento, inflamação ou retração gengival
- Presença de pus na gengiva
- Dentes com mobilidade ou ausentes
- Dificuldade em apreender e/ou mastigar os alimentos
- Dor ao abrir a boca
- Perda do apetite
- Esfregar o focinho no chão ou coçá-lo com a pata

NÃO ESPERE POR ESTES SINAIS, PREVINA-OS. CONSULTE UM VETERINÁRIO, AFINAL, A SAÚDE BUCAL COLABORA E FAZ PARTE DE UMA BOA SAÚDE GERAL,  AUMENTANDO A EXPECTATIVA E A QUALIDADE DE VIDA DOS ANIMAIS.

Fonte: 

terça-feira, 25 de março de 2014

Câncer em Cães e Gatos


O diagnóstico precoce da doença é essencial
Segundo estudos na área da medicina veterinária, o câncer é a principal moléstia que pode levar ao óbito pequenos animais. O câncer é uma doença com fatores variados, sejam eles genéticos  e ambientais, porém com os avanços na medicina veterinária observa-se o aumento no tempo de vida desses animais.
Estudiosos especulam que o aumento nos casos de câncer em animais é devido a longevidade alcançada e até mesmo o contato com agentes cancerígenos que acometem os humanos. Evitando que o animal seja diagnosticado tardiamente o dono deve observar alguns sinais clínicos da doença como nódulos e massas, feridas que não cicatrizam,emagrecimento progressivo,  perda de apetite, sangramento, dificuldade ao comer ou beber água, cansaço ou relutância na prática de exercícios, dificuldade em respirar, urinar ou defecar.
Se alguns desses sinais forem observados é necessário procurar orientação profissional, pois somente os profissionais capacitados poderão dar um diagnóstico claro e preciso da doença. 
O diagnóstico pode ser realizado através de citologia aspirativa ou biopsia do tumor, que posteriormente será avaliada por um médico veterinário patologista. Após o diagnóstico é indicado o melhor tratamento, a depender do câncer e do grau de evolução da doença. Dentre as opções de tratamento estão à cirurgia para remoção do tumor, quimioterapia para controle da doença microscopia. Já a radioterapia é frequentemente utilizada em casos de remoção incompleta do tumor ou em casos de impossibilidade cirúrgica. 
Outras opções para o tratamento abrangem a criocirurgia, eletroquimioterapia, terapia imune, tratamento paliativo que é feito apenas para contenção do crescimento do tumor, mas sem a eliminação da doença em si, e manejo da dor.

Entretanto, para o sucesso do tratamento o diagnóstico precoce da doença é essencial, assim como a intervenção adequada o mais rápido possível.

Fonte:

LEVE SEU AMIGUINHO REGULARMENTE AO VETERINÁRIO!


segunda-feira, 24 de março de 2014

Alimentação

Alimentação e manejo nutricional de cães e gatos

Os cuidados destinados aos cães e aos gatos, no que se relaciona a alimentação são diferentes, uma vez que, estes animais possuem metabolismos diferentes, necessidades nutricionais específicas e também alguns nutrientes que são essenciais em determinadas quantidades para um podem comprometer a saúde do outro.
A alimentação dos cães deve ser balanceada, objetivando a necessidade diária de nutrientes como as proteínas, as gorduras, os carboidratos, as vitaminas, os minerais e também à água. Para um bom desenvolvimento do animal é necessário observar também a idade e o estilo de vida, pois assim é possível promover o equilíbrio nutricional nas diferentes fases de vida.
Os gatos tem ingestão lenta sendo necessário um maior número de refeições ao longo do dia. As necessidades nutricionais destes animais tem maior exigência proteica, assim como do aminoácido arginina, da vitamina B6 e da niacina. Alimentos como o chocolate, a cebola, o alho e a uva não devem ser oferecidos aos animais. O chocolate causa intoxicação por possuir em sua composição a teobromina, substância que  não é bem processada pelo organismo; a cebola e alho em grandes quantidades também causam intoxicação; a uva natural ou desidratada causa danos aos rins.
Existe no mercado vários tipos de rações que são destinadas a alimentação dos cães e dos gatos. Em caso de dúvidas de qual a melhor para o seu animal, consulte o médico veterinário.


Fonte:

domingo, 5 de janeiro de 2014

Cães x Gatos

O gato é menos sociável que o cão, isto eu não posso negar. Entretanto não se pode dizer que os gatos sejam criaturas auto-suficientes ou anti-sociais; talvez um pouco orgulhosos e arredios, mas perfeitamente capazes se tornar nossos amigos e nos dá amor e carinho.
Diferente do cão, o gato precisa de muito carinho e atenção nos seus primeiros meses de vida. Contatos de carinho como, por exemplo, colocar o animal nos braços, acariciar, conversar e brincar com o animal são extremamente importantes e cria uma relação de afeto e carinho com o animal. 
Se esta relação de amor e carinho com o gato não for construída, ele será um animal acostumado a receber apenas comida e água e vai achar que a relação respeitosa e harmônica (cada um respeitando o espaço do outro na casa) é o suficiente.
Acredito que a criação de um gato se assemelha muito a criação de um filho, ou aos princípios de relação adotados entre a espécie humana. Dei-me amor e carinho que receberás tudo em dobro. Quando tomamos a decisão criar um animal em nossa casa, seja ele um gato ou um cão, devemos ter, acima de tudo, a consciência que iremos conviver com um ser vivo que necessita de um pouco do nosso tempo e do nosso amor. Portanto, adote um gatinho. Dê-lhe muito amor e carinho e colha os frutos desta relação.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Gatos: Lipidose Hepática...

A lipidose hepática é o acúmulo de gordura dentro de células hepáticas, que ocorre comumente em gatos. A causa desta condição clínica ainda é desconhecida,  porém sabe-se que gatos que tenham deixado de se alimentar por um longo período de tempo, seja por doença, por estresse ou qualquer outra razão,  formam o grupo de risco. Segundo a Dra. Heloísa Justen, médica veterinária especializada em felinos, os casos desta doença são freqüentes: 
"A lipidose é desencadeada quando o gato fica sem se alimentar. Pode ocorrer em qualquer idade, tanto em um gato de rua, que se machuca e deixa de se alimentar, quanto em um gato que passa uma semana em uma clínica se recuperando. A doença pode se manifestar quando o gato fica anoréxico, sem comer por pelo menos três dias. 
Mas nem todos os gatos desenvolvem a lipidose." Os animais afetados apresentam as mucosas e a pele com coloração amarelada, perdem peso, recusam-se a comer, demonstram-se letárgicos e podem apresentar vômito. Se não tratada a tempo, pode levar à morte. Para confirmar o diagnóstico, são necessários exames sanguíneos e provas bioquímicas. O tratamento deve ser intensivo e a alimentação deve ser forçada por meio de  seringas ou sondas, podendo durar de um a dois meses.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

DERMATITE EM CÃES E GATOS CAUSADAS PELAS PULGAS E CARRAPATOS

Dermatite alérgica à picada de ectoparasitas (DAPE)
Parte 2

TRATAMENTO

O tratamento consiste em eliminar a exposição ao alérgeno, ou seja, o controle efetivo da infestação das pulgas e carrapatos. E também pode ser necessário o uso concomitante de medicamentos para tratamento de lesões secundárias.

Para entendermos a melhor forma de eliminação dos ectoparasitas, vamos entender o seu ciclo de desenvolvimento:

 Como observamos nos esquemas, percebemos que os ectoparasitas passam longos períodos nos ambientes, portanto tratar apenas o animal, não é eficaz. É preciso também fazer o tratamento do ambiente em que esse animal vive.

Hoje temos uma série de produtos veterinários que tratam o animal. Mas atenção!  O uso de medicamentos, mesmo estes de combate a ectoparasitas, devem ser prescritos apenas por um médico veterinário. É ele que também fará a recomendação de medicamentos usados no ambiente. Deve-se ter muito cuidado com uso dessas medicações, são venenos e podem ser tóxicos aos animais se usados de maneira incorreta.

DICAS PARA CONTROLE DA INFESTAÇÃO:

  • Mesmo o animal que não tem infestação, deve fazer uso regular de ectoparasiticidas, até aqueles que não vão com frequência a rua.
  • Casas e apartamentos com carpetes e tapetes, devem ser aspirados frequentemente, e pode-se fazer uso de carrapaticida dentro do saco do aspirador, para que o parasita morra, descartando a possibilidade de re-infestação.
  • Tacos, pisos de madeira e rodapé são locais preferenciais destes parasitas, na hora da limpeza, deve-se dar uma atenção especial a esses locais, o uso de borrifador com o produto inseticida, pode  ajudar na eliminação.
  •  Escovar o animal com frequência, assim como fazer uma inspeção diária da pele, ajuda a perceber a infestação logo no começo, facilitando o tratamento.
Fonte:

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

DERMATITE EM CÃES E GATOS CAUSADAS PELAS PULGAS E CARRAPATOS



Dermatite alérgica à picada de ectoparasitas (DAPE) 
Parte 1

Os ectoparasitas mais comuns em cães e gatos são as pulgas e os carrapatos e eles são os responsáveis pela  dermatite alérgica à picada de ectoparasitas (Dape), sendo esta  a causa mais comum de coceiras e feridas em cães e gatos.

A DAPE é uma reação de hipersensibilidade aos componentes da saliva dos ectoparasitas, provocando prurido (coceira) intenso. A coceira é o sintoma primário, os proprietários vão observar o animal mordiscando a pele, rolando, se arrastando e coçando, lambendo-se em excesso.

As lesões secundárias são provenientes do traumatismo pelo ato de coçar. Então começa a observar alopecia(áreas sem pelo), pelos quebrados, pelos secos, descamação (caspa), hiperpigmentação (pele de cor escura), liqueinificação (pele espessada). Essas novas lesões, promovem a queda da barreira de proteção da pele, o que pode levar a um agravamento do quadro, com posterior infecção de pele.

Os locais preferenciais por esses parasitas são a base da cauda e região lombar dorsal. Seguido pelas coxas, virilha e abdomem. E é geralmente nesses locais que observamos as lesões. Em infecções mais severas, podemos ter envolvimento de várias regiões no corpo do animal.

Fonte:

domingo, 15 de dezembro de 2013

Cães e Gatos também envelhecem

Como se define o estágio da vida de cães e felinos

Diferente de humanos, os animais não apresentam uma contagem estipulada de idade, ou seja, muitos dizem que cada ano, na contagem humana, representa 6 anos na vida de um cão, porém, esse dado é aproximado, tendo em vista a expectativa de vida da espécie. Um animal jovem pode apresentar doenças ou disfunções características de velhos, como animais idosos apresentarem disposição de jovens, logo, para definir um animal como paciente geriátrico, são necessários exames clínicos e laboratoriais para avaliar seu estado de saúde, individualmente.
Segundo Mosier a velhice é um conjunto de processos biológicos complexos, que resultam em uma redução progressiva da capacidade do indivíduo manter a homeostasia, ou seja, a capacidade do corpo de manter um equilíbrio dos componentes e funções, simultaneamente.
A expectativa de vida de cães e felinos gira em torno de 10 e 11 anos, porém, não se faz regra, uma vez que, em 1995 foi publicado no Guinness Book of Records um recorde de um cão com 29 anos de idade e um felino com 34. Em uma pesquisa realizada no Reino Unido, na clínica veterinária da Universidade de Edinburgo, foram observados 6.417 gatos e 20.786 cães e dentre eles obteve-se o seguinte resultado: apenas 34,9% dos cães e 27,9% dos gatos tinham 7 anos ou mais.

sábado, 14 de dezembro de 2013

DIABETES EM ANIMAIS


A diabetes é uma doença que atinge humano e animais, por isso os pequenos animais também podem ser afetados pela doença, que é uma deficiência hormonal que reduz a capacidade do sangue de metabolizar o açúcar.
A descoberta da doença no início aumenta as chances de sucesso no tratamento. Em cães é mais comum o aparecimento da diabetes entre os quatro e 14 anos de idade, com maior ocorrência entre os sete e nove anos, sendo as fêmeas afetadas cerca de duas vezes mais do que os machos. Algumas raças de cães como Poodle Miniatura, Samoieda, Pug, Poodle Toy e Schnauzer Miniatura têm maior predisposição à doença.
Sintomas característicos da diabetes nos animais são os mesmos que aparecem nos humanos como: aumento da quantidade de água ingerida; o volume da urina se torna maior e o emagrecimento. A Diabetes em estado avançado nos cães tem como sinal o aparecimento da catarata. Já nos gatos a neuropatia diabética (lesão dos nervos em virtude da glicemia elevada) pode ocasionar dificuldade e dor no andar do animal. É essencial estar atento aos primeiros sinais e procurar ajuda médica veterinária o quanto antes. A diabetes é uma doença silenciosa e que se não tratada adequadamente pode trazer diversas complicações para o animal.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Cães e Gatos e a idade...


Cães e gatos idosos exigem atenção especial

Assim como nós, os animais também ficam idosos e precisam de atenção, carinho e cuidados redobrados durante essa etapa da vida. A diferença é que, infelizmente, eles atingem essa fase bem antes que seus tutores.
Em média os cães se tornam idosos por volta dos oito anos de idade e os gatos, a partir dos dez anos. Porém a conta não é tão simples. “A raça e o porte interferem na expectativa de vida dos cães. Animais de grande porte vivem menos por uma série de motivos e doenças pré-dispostas”, explica a veterinária Ana Lúcia Geraldi.
O termômetro para perceber que o animal já é mais do que um adulto é ficar de olho em seu comportamento e na sua saúde. Nessa fase, uma série de doenças podem complicar sua vida, como catarata, surdez, falta de dentes, artrite, osteoporose, problemas cardíacos, entre outros. O animal diminui o ritmo, fica mais calmo e precisa de mais atenção.
Ancião
Foi o que aconteceu com Pimpa nos últimos anos. O cocker que desafia a expectativa de vida canina está com 16 anos e nenhuma doença, mas já anda devagarinho, meio bambo das pernas. “Das minhas memórias, ele sempre esteve comigo”, conta o estudante Henrique Aquino, que tem a mesma idade que seu cão.
Pimpa já foi um cachorro que não podia ver um portão aberto que saía correndo para rua. Certa vez, perdeu-se, foi encontrado na estrada por outras pessoas e acabou fazendo uma viagem para a cidade de São Paulo antes de reencontrar seus donos em Bauru.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Cardiologia Veterinária

As vegetações causadas pela infecção bacteriana nas válvulas cardíacas são friáveis e tendem a liberar micro ou macro êmbolos bacterianos. Os micro êmbolos na circulação arterial sistêmica normalmente envolvem rins, baço e ocasionalmente cérebro e coração.
Os sinais clínicos tanto de bacteremia quanto de endocardite são similares. Os sintomas podem variar como resultado da septicemia, embolismo e áreas afetadas. Como sinais temos: febre, letargia, anorexia (falta de apetite) e perda de peso.
Dor abdominal e sinais gastrointestinais podem ocorre devido à de embolização esplênica (no baço), renal ou de artéria mesentéricas.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

GRIPE FELINA


A Rinotraqueíte felina é uma doença viral extremamente frequente, que acomete os gatos domésticos e felídeos selvagens, sendo que os sintomas mais frequentes são: espirros, febre, rinite e conjuntivite; o animal fica babando (é, por esse sintoma, às vezes confundida com a raiva) devido à presença de lesões ulcerativas (aftas) na boca, língua e lábios que causam muita dor e impedem o gato de comer. Esta doença é causada pelo herpesvírus felino e a maioria dos gatos que se recuperam da infecção tornam-se portadores assintomáticos, ou seja, eles albergam o vírus no organismo de forma latente e podem eliminá-lo no ambiente, associado ou não a sinais clínicos.
Em casas onde há muitos gatos ou instituições que abrigam esses animais, são mais suscetíveis ao aparecimento da doença, já que a transmissão ocorre de um animal para outro através da saliva e contato com secreções.
Os animais de todas as idades podem ser acometidos, porém os filhotes são mais suscetíveis. Inicialmente o gatinho começa a espirrar com liberação de secreção nasal, com a evolução do quadro ele passa a apresentar corrimento ocular, falta de apetite e febre. A doença pode ser fatal para filhotes e animais debilitados.

domingo, 24 de novembro de 2013

Cães e Gatos: Diarreia

O que fazer em casos de diarreia?

Diarreia é uma patologia comum em cães e gatos, principalmente nos filhotes. Diarreias agudas, na maioria das vezes são autolimitantes e não tem uma doença sistêmica associada. As principais causas de diarreia em animais é a imprudência dietética, isto é, animal que come tudo o que vê pela frente, desde lixo a alimentos oferecidos fora da dieta como petiscos.Outras causas são alterações abruptas no tipo ou quantidade de alimento oferecido, intolerância e hipersensibilidade alimentar, além das infecções bacterianas intestinais e parasitárias.
Causas menos comuns estão doenças metabólicas como pancreatite, hepatopatias e obstruções por corpos estranhos.Em casos de diarreia aguda existem algumas medidas que você pode tomar afim de ajudar seu animal, já que a maioria dos casos são autolimitantes e facilmente tratáveis.
1- JEJUM
É importante deixar o trato gastro-intestinal repousar, isto é manter o jejum absoluto de comida por 12 a 24 horas. A ingestão de água deve ser controlada, sempre oferecendo pequenas quantidades, várias vezes ao dia.
2- ALIMENTAÇÃO
Após o jejum inicia-se uma dieta com fonte de carboidrato e proteína simples, pobre em gordura e facilmente digerível, como queijo cottage não gorduroso ou carne branca (frango sem pele) e arroz, na proporção de 1:3. Os alimentos devem ser oferecidos em pequenas quantidades, várias vezes ao dia. A alimentação normal deve ir voltando aos poucos, misturando à dieta especial.
3- HIDRATAÇÃO
O mais importante nos casos de diarreia á reposição hídrica. A desidratação é o maior agravante para um animal com diarreia. Essa reposição pode ser feita com soro caseiro (1 litro de água + 1 colher de sopa de açúcar + 1 colher de café de sal), sempre oferecendo pequenas quantidades, várias vezes ao dia. Água de coco também pode ser usado para repor a perda de líquido.
4- MEDICAMENTOS
Em geral, o procedimento de jejum absoluto, acompanhado pela dieta e reposição hídrica controla o quadro. O uso de probióticos e favorável, esses micro-organismos ingeridos vivos beneficiam o organismo, aumentando a imunidade do animal e reequilibrando a flora intestinal, que é comumente afetada durante um quadro de diarreia. O ideal é usar probióticos de uso veterinário, já que a flora intestinal de um animal é diferente do homem.
Porém, de acordo com a causa são necessários usos de medicamentos, que devem ser prescritos pelo médico veterinário. Uso de vermífugos e antibióticos são geralmente as medicações mais utilizadas, porém não devem ser usadas indiscriminadamente; é preciso avaliação médica para a prescrição de acordo com o caso do seu animal.
Em diarreias persistentes pode ser necessário uma avaliação mais minuciosa, exame de fezes, de sangue, ultrassonografia e até endoscopia. São exames complementares que conseguem avaliar quadros inflamatórios, neoplásicos e metabólicos, muito importante para fechar um diagnóstico e assim tratar adequadamente o animal. Se o seu animal está apresentando diarreia, está prostrado, triste, sem apetite, leve-o ao veterinário!

NÃO MEDIQUE SEU ANIMAL SEM ORIENTAÇÃO VETERINÁRIA!!!!


sábado, 16 de novembro de 2013

PRINCIPAIS DOENÇAS INFECCIOSAS DOS FELINOS

                          FIV. A Aids Felina
Talvez seja essa uma das doenças mais perigosas para os gatos, pois o vírus da Imunodeficiência felina (FIV) altera drasticamente o sistema imunológico do animal, diminuindo suas defesas, tornando este animal mais susceptível a outras doenças.É uma doença exclusiva dos gatos e a forma mais comum de transmissão é através de brigas, onde ocorrem mordidas, levando ao contato do sangue com a saliva.  
As fêmeas gestantes também podem transmitir para os filhotes. Diferente da aids humana, o vírus não é transmitido sexualmente. Porém não se descarta completamente a possiblidade, mas faltam ainda trabalhos que confirmem esse meio de transmissão.
A doença pode acometer gatos de todas as idades, sexo e raça, porém a uma maior prevalência em gatos machos inteiros (não castrados) que vivem na rua, ou aqueles que vivem em casas, porém fazem passeios. A contaminação ocorre, na maioria das vezes, durante brigas por território.
Após a infecção do animal, o vírus vai destruindo lentamente as células de defesa do animal. A doença possui várias fases, até provocar uma imunossupressão. A evolução da doença pode durar anos, e muitas vezes só apresenta sintomatologia num quadro avançado da doença, onde já houve muita destruição das células de defesa, deixando esse animal vulnerável a outras patologias.
Não existem sintomas específicos da doença, geralmente é aquele animal que começa a perder peso sem qualquer causa aparente, começam a apresentar lesões e infecções frequentes ou recorrentes. Para fechar o diagnóstico, é necessário realizar um teste sorológico através de uma amostra do sangue do animal.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Vídeo:" Perigo: medicação sem receita pode até matar animais de estimação"

"O amor pode ser grande, mas tratar as doenças de um animal de estimação como se ele fosse gente é perigoso e pode até provocar a morte do pet". Conheça os riscos na reportagem.