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João Pessoa, Paraíba, Brazil
Oi gente! Esse é o meu poodle Wally, o seu nome é uma homenagem ao antigo personagem da série de livros: Onde está Wally? Assim como ele gosta de aventuras e brincadeiras. As crianças são a sua alegria, gosta de correr, latir muuuuito KKKKKKKK,caminhar e passear de carro (hum...na janela é uma delícia!). Moramos em cidade litorânea e a brisa e o cheiro de mar que chegam na varanda lhe hipnotizam. Fica horas deitado ou sentado sob o sol da manhã.
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terça-feira, 1 de julho de 2014

10 dicas para lidar com a ansiedade de separação dos cães

Como lidar com a ansiedade de separação

1) Proporcione independência na rotina para segurança emocional: 
Cães precisam se acostumar no dia a dia a terem atividades sozinhos, sem o dono, tanto para que ele desenvolva suas capacidades exploratórias e dê liberdade para o dono ver um filme no sofá de casa, receber amigos ou namorar, quanto para que o animal se sinta confiante em uma eventual falta de humanos na casa.
2) Use o comando “fica!”: O cão deve ser acostumado a ausências temporárias por meio do comando “fica!”, pois o animal ao ficar parado, ver o dono sair do campo visual e retornar, percebe que não é necessário demonstrar insatisfação quando ele voltar.
3) Diga não às longas despedidas: Dar carinho extra e pedir desculpas ao cão antes de sair só servirá para deixá-lo mais ansioso e propenso ao sofrimento. Na hora de sair vá embora sem cerimônia.
4)Associe a saída a uma recompensa: Dê um brinquedo que seu cão goste muito antes de sair e retire da posse dele assim que chegar. O acesso ao brinquedo deve ser exclusivo para momentos de ausência, para que o cão atribua a sua saída a esta diversão e se sinta bem.
5)Dê liberdade de circulação ao cão: Permita que o animal tenha livre acesso à casa durante sua ausência para que ele possa se sentir mais calmo  e seguro nos espaços de convivência comum com seu dono.
6)Deixe objetos com seu cheiro: Se precisar isolar o cachorro em um cômodo, deixe com ele objetos com seu odor para que ele associe à sua presença e se sinta calmo.
7)Evite contextos traumatizantes: evite que durante sua ausência seu animal seja submetido a qualquer tipo de susto, como barulhos e queda de objetos.
8)Ocupe seu cão: proporcione atividades para ocupar o cão física e mentalmente. Esconda petiscos pela casa para ele procurar ou prenda-os em uma garrafa pet com pequenos furos para ele gastar tempo tentando comer.
9)Não chegue fazendo festa: Não dê atenção ao cão imediatamente após a chegada. Mantenha-se calmo e relaxado, tire os sapatos, vá ao banheiro, tome um banho e só depois dê o carinho e atenção a devida ao seu companheiro. Além de ensiná-lo a respeitar seu espaço, ele vai entender que a sua saída não foi um grande drama.
10)Considere a possibilidade de ter outro cão: Ter um companheiro, de preferência do sexo oposto, além de ser mais um motivo de felicidade para você, pode ajudar seu cão a passar o tempo com menos ansiedade durante sua ausência. Ambos vão se divertir bastante juntos!

Fonte:http://www.petmag.com.br

segunda-feira, 23 de junho de 2014

CINOMOSE!!!


É uma doença aguda e fatal de cães e de seus parentes próximos da familia Canidae. É a mais grave doença dos cães (excetuando-se a raiva), causado por um Paramyxovírus. Os filhotes acometidos pelo vírus da cinomose poderão desenvolver rapidamente sintomas de envolvimento do sistema nervoso central. 
Muitos se mostram deprimidos, com incoordenação motora, tremores musculares e frequentemente desenvolvem um quadro convulsivo e morrem em coma. Em algumas infecções agudas a depressão, temperatura corporal elevada, diarreia, descargas oculares e nasais são comumente observados. 
Os cães que não se recuperam nos estágios iniciais da doença  e desenvolvem sintomas nervosos tem poucas chances de sobreviver. Os que sobrevivem frequentemente tem sequelas que são caracterizadas por tremores musculares involuntários. 

A prevenção é como nas demais, baseada em um bom programa de vacinação com revacinações anuais.

domingo, 22 de junho de 2014

Halitose nos pets


A halitose nos cachorros e gatos é muito comum, porém não é normal, quando constatado esse sintoma eh indicação de que algo não está bem com o animal. Sendo a maior causa o cálculo nos dentes, ou seja, o tártaro.
O tártaro é formado pelo acumulo de sujeira nos dentes, decorrente da não escovação, o problema afeta 85% dos pets a partir dos três anos de idade e a melhor maneira para se prevenir é escovar os dentes do animal.
Quando o animal apresentar o mau hálito é melhor procurar o médico veterinário, pois o sintoma também é característico do tumor de boca. Se o acúmulo de tártaro for a causa da halitose, o animal precisará passar por uma raspagem por meio de equipamentos adequados como o ultrassom e curetas, com o polimento dos dentes, usando anestesia geral. Em alguns casos, a doença periodontal, que acomete a gengiva, já está instalada e atingiu estruturas que sustentam o dente.
Para cuidar da saúde bucal do seu animal é preciso: escovar os dentes uma vez ao dia; usar creme dental específico para os animais; biscoito, ração seca, tiras de couro, ossos de couro e brinquedos para cães e gatos ajudam a remover a placa bacteriana e ir ao veterinário com frequência apara que possa ser feita avaliações.

Fonte: CRMV
Adaptação:

sábado, 21 de junho de 2014

Ansiedade de Separação dos Cães


É muito comum cães demonstrarem irritabilidade quando são submetidos a situações em que ficam afastados dos donos. Porém, este problema, nomeado por especialistas de ansiedade de separação, pode ser solucionado se o dono souber como manejar os sentimentos de seu companheiro oferecendo estímulos positivos. 

O porquê do sofrimento com a ausência do dono

Os cachorros estão geneticamente condicionados à crença de que estar em grupo aumenta a chance de sobrevivência, pois seus antepassados tinham melhores chances de se alimentar e defender quando atuavam em conjunto. Esta necessidade herdada permaneceu nos cães domesticados, que veem seu dono como líder da matilha e, por isso, sofrem com a sua ausência.

Manifestações comportamentais de desespero e depressão

As manifestações comportamentais do cão que sofre com ansiedade de separação geralmente são facilmente identificáveis. Cães que, ao perceberem que seu dono irá se ausentar, latem ou choram ininterruptamente, tentam destruir portas com arranhões, mordidas e pancadas, babam ou se lambem demonstrando fragilidade ou se automutilam de alguma forma,  demonstram através destes sinais de estresse que sofrem com este problema.
Há, porém, animais que demonstram sofrimento de maneira mais sutil, com um comportamento depressivo, não se hidratando ou alimentando e ignorando  quaisquer estímulos na ausência do dono. É importante estar atento ao comportamento do animal, pois mesmo quando estes não chamam a atenção o sofrimento físico e psicológico decorrente da ansiedade de separação pode aumentar o risco de o animal desenvolver problemas de saúde diversos.

Fonte: https://www.petmag.com.br

sexta-feira, 20 de junho de 2014

OS ANIMAIS TAMBÉM SE DIVERTEM!


Saiba mais sobre os brinquedos para os cães

Os cães são os animais considerados amigos do homem e a cada dia ganha mais espaço nos lares das famílias brasileiras. Os donos não dispensam carinhos e cuidados com os animais, algumas dicas importantes pode tornar o dia-a-dia do seu cão mais interessante e feliz.
Para o melhor desenvolvimento do seu cão e para que ele não corra riscos, teste todos os brinquedos ou produtos novos, certificando-se que estes são adequados ao tamanho, força e poder de destruição do animal; deixe sempre à disposição do animal vários brinquedos, em algum lugar que pode ser uma caixa ou cesta, assim eles sempre saberão o que pode e o que não pode morder; ter sempre uma seleção variada com texturas, formas, tamanhos que possibilite movimentos diferentes; ter vários brinquedos disponíveis, assim o cão poderá escolher aquele que gosta; guarde sempre um objeto preferido do cão para ocasiões especiais; brinque com os instintos do cão, escondendo petiscos pelo ambiente; prepare um lugar especial na casa para o descanso do animal, o local deve ser distante de área usada para as necessidades fisiológicas.
Além de todos esses cuidados, um cuidado que não pode ser esquecido é o passeio com o cão, já que sair de casa enriquece a vida além de dar a eles a oportunidade de explorar o ambiente, conhecer novas pessoas e cães, marcar o território e desvendar um mundo de novos cheiros.
Fonte: Bitcão
Adaptação: Revista Veterinária

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Cuidando dos dentes.

Cuidar da higiene bucal não é privilégio somente dos seres humanos! Os animais também necessitam de escovação regular e visitas ao  "veterinário dentista" para limpeza e avaliação de sua dentição. 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

AS PULGAS ESTÃO SOLTAS...


Proliferação de pulgas e os cuidados a serem tomados

As pulgas são parasitas que acometem os animais causando grande incômodo. Para evitar a sua proliferação é necessário manter o ambiente sempre limpo e arejado, e também é necessário utilizar os produtos indicados pelo médico veterinário na prevenção do parasita.
As pulgas não dependem diretamente dos animais para sobreviverem,porém alimenta-se do seu sangue. Ao alimentar-se a pulga causa muita coceira levando o animal ao incômodo. E também causa, através do verme chamado Dipilidium que é transmitido pelas pulgas, diarreia, diminuição de peso e vômitos, deixando o animal vulnerável a outras doenças. 
Outra doença que pode acometer os animais através da picada das pulgas é a dermatite alérgica (DAPP), que se caracteriza pela vermelhidão na pele, queda de pelos e ferimentos. Para combater as pulgas e evitar possíveis doenças, limpe o local onde os animais vivem, garantindo a circulação de ar e luz solar. Porém, se a infestação pelo parasita for grande é necessário recorrer à dedetização.
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Fonte: Pernambuco
Adaptação: Revista Veterinária

sexta-feira, 28 de março de 2014

Um anjo cuidado do outro!!!

O Papel das Crianças nos Cuidados com o Animal de Estimação

Crianças novinhas
Uma criança novinha pode ajudar os pais simplesmente sendo envolvida no processo – “ajudando” os pais a colocar alimento e água nas tigelas, a fazer a higiene do animal, saindo com os pais para levar o animal para passear ou ao veterinário. 

Criança de 5-7 anos de idade
Este grupo etário é capaz de realizar algumas das tarefas acima mencionadas (dar alimento e água e fazer a higiene) sem a ajuda dos pais. Ainda assim, 
você não pode esperar que uma criança desta idade se lembre de executar tais tarefas sem lembretes amigáveis da mamãe e do papai.

Criança de 8-12 anos de idade
Os pais ainda precisam supervisionar as crianças deste grupo etário em algumas tarefas, como, por exemplo, levar o cão para passear. 
Não é aconselhável que uma criança com menos de 10-12 anos de idade leve o cão para passear sem a supervisão de um adulto.

Adolescentes
Dependendo da maturidade do seu adolescente, você pode, algumas vezes, permitir que ele/ela assuma total responsabilidade pelo animal, 
inclusive de alimentá-lo, recolher o excremento, levá-lo ao veterinário e exercitá-lo.

Fonte: Equipe Pet Dog

quinta-feira, 27 de março de 2014

Cães e Gatos: Vamos ao dentista?


CÃES E GATOS TAMBÉM PODEM TER DOR DE DENTE! 


Quantas vezes você já olhou a boca do seu animal de estimação ??? 

Estudos revelam que cerca de 85% dos cães e gatos acima dos 3 anos de idade apresentam a doença periodontal, considerada a doença mais comum entre os animais de companhia. A doença periodontal acomete o periodonto, ou seja, a estrutura responsável pela fixação do dente na boca. O processo inicia-se com a deposição contínua da placa bacteriana sobre os dentes. Se ela não for removida, como fazemos diariamente ao passar o fio dental e escovar os dentes, as bactérias presentes começam a causar inflamação na gengiva (gengivite).
Com o passar do tempo, a placa bacteriana calcifica-se, formando o chamado cálculo dental, mais conhecido como "tártaro". Com a progressão da gengivite e do acúmulo de "tártaro", as estruturas de sustentação do dente são destruídas e, por fim, o dente é perdido. Porém, o prejuízo não pára por aqui ! Esta é uma lesão infecciosa, logo, as bactérias podem penetrar a corrente sangüínea, espalhando-se pelo corpo do animal e causando lesões em órgãos vitais como coração, rins e fígado. 
Como perceber que o seu amigo está sendo acometido pela doença periodontal ? Fique atento, os sinais mais comuns são: 
- Mau hálito
- Acúmulo de placa bacteriana
- Presença de "tártaro" (crostas amareladas ou amarronzadas sobre os dentes)
- Sangramento, inflamação ou retração gengival
- Presença de pus na gengiva
- Dentes com mobilidade ou ausentes
- Dificuldade em apreender e/ou mastigar os alimentos
- Dor ao abrir a boca
- Perda do apetite
- Esfregar o focinho no chão ou coçá-lo com a pata

NÃO ESPERE POR ESTES SINAIS, PREVINA-OS. CONSULTE UM VETERINÁRIO, AFINAL, A SAÚDE BUCAL COLABORA E FAZ PARTE DE UMA BOA SAÚDE GERAL,  AUMENTANDO A EXPECTATIVA E A QUALIDADE DE VIDA DOS ANIMAIS.

Fonte: 

terça-feira, 25 de março de 2014

Câncer em Cães e Gatos


O diagnóstico precoce da doença é essencial
Segundo estudos na área da medicina veterinária, o câncer é a principal moléstia que pode levar ao óbito pequenos animais. O câncer é uma doença com fatores variados, sejam eles genéticos  e ambientais, porém com os avanços na medicina veterinária observa-se o aumento no tempo de vida desses animais.
Estudiosos especulam que o aumento nos casos de câncer em animais é devido a longevidade alcançada e até mesmo o contato com agentes cancerígenos que acometem os humanos. Evitando que o animal seja diagnosticado tardiamente o dono deve observar alguns sinais clínicos da doença como nódulos e massas, feridas que não cicatrizam,emagrecimento progressivo,  perda de apetite, sangramento, dificuldade ao comer ou beber água, cansaço ou relutância na prática de exercícios, dificuldade em respirar, urinar ou defecar.
Se alguns desses sinais forem observados é necessário procurar orientação profissional, pois somente os profissionais capacitados poderão dar um diagnóstico claro e preciso da doença. 
O diagnóstico pode ser realizado através de citologia aspirativa ou biopsia do tumor, que posteriormente será avaliada por um médico veterinário patologista. Após o diagnóstico é indicado o melhor tratamento, a depender do câncer e do grau de evolução da doença. Dentre as opções de tratamento estão à cirurgia para remoção do tumor, quimioterapia para controle da doença microscopia. Já a radioterapia é frequentemente utilizada em casos de remoção incompleta do tumor ou em casos de impossibilidade cirúrgica. 
Outras opções para o tratamento abrangem a criocirurgia, eletroquimioterapia, terapia imune, tratamento paliativo que é feito apenas para contenção do crescimento do tumor, mas sem a eliminação da doença em si, e manejo da dor.

Entretanto, para o sucesso do tratamento o diagnóstico precoce da doença é essencial, assim como a intervenção adequada o mais rápido possível.

Fonte:

LEVE SEU AMIGUINHO REGULARMENTE AO VETERINÁRIO!


segunda-feira, 24 de março de 2014

Alimentação

Alimentação e manejo nutricional de cães e gatos

Os cuidados destinados aos cães e aos gatos, no que se relaciona a alimentação são diferentes, uma vez que, estes animais possuem metabolismos diferentes, necessidades nutricionais específicas e também alguns nutrientes que são essenciais em determinadas quantidades para um podem comprometer a saúde do outro.
A alimentação dos cães deve ser balanceada, objetivando a necessidade diária de nutrientes como as proteínas, as gorduras, os carboidratos, as vitaminas, os minerais e também à água. Para um bom desenvolvimento do animal é necessário observar também a idade e o estilo de vida, pois assim é possível promover o equilíbrio nutricional nas diferentes fases de vida.
Os gatos tem ingestão lenta sendo necessário um maior número de refeições ao longo do dia. As necessidades nutricionais destes animais tem maior exigência proteica, assim como do aminoácido arginina, da vitamina B6 e da niacina. Alimentos como o chocolate, a cebola, o alho e a uva não devem ser oferecidos aos animais. O chocolate causa intoxicação por possuir em sua composição a teobromina, substância que  não é bem processada pelo organismo; a cebola e alho em grandes quantidades também causam intoxicação; a uva natural ou desidratada causa danos aos rins.
Existe no mercado vários tipos de rações que são destinadas a alimentação dos cães e dos gatos. Em caso de dúvidas de qual a melhor para o seu animal, consulte o médico veterinário.


Fonte:

domingo, 23 de março de 2014

Raças de Cães: Poodles

Poodles voltam a ganhar a preferência de criadores

Eles integram uma das raças de cães mais populares do mundo com uma história de mais de seis séculos e passagens nas cortes dos reis franceses, desde Louis XIV. Sim, estamos falandos dos poodles, que estão voltando com força total na preferências dos criadores e arrebatando prêmios nacionais e internacionais. Nas últimas exposições mundiais de cinofilia, os poodles ganharam o destaque de Best in Show.
Entre os criadores brasileiros, a Bahia conta com um canil campeão, vencedor das primeiras colocações no Dog Show e na Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), o EdySheibux (www.facebook.com/giovana.biaoneves) localizado em Salvador, que possui os melhores poodles brasileiros, com animais enviados para todo o país, além de também exportarem o pedigree brasileiro para a Argentina e países europeus.
De acordo com a criadora Giovana Bião, o interesse nos poodles é explicado no próprio animal, que possui a docilidade e a inteligência como suas principais características, garantindo a preferência como animais de companhia. “A raça ficou marginalizada porque, durante muito tempo, criadores inescrupulosos, em vez de aprimorarem  a raça, ficaram mais preocupados em  lucrar, gerando animais com graves problemas físicos e comportamentais”, esclarece.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

HEPATITE EM CÃES



HEPATITE: Atinge os cães e o fígado é o principal órgão afetado causada pelo adenovírus canino tipo I. É mais severa em filhotes e em filhotes recém desmamados. Os cães afetados apresentam elevação da temperatura corpórea, depressão e perda de apetite. Diarréia e vômitos não são incomuns em animais infectados. 
As membranas mucosas da cavidade oral dos cães afetados estão frequentemente pálidas, porém podem estar amareladas em vários casos. A opacidade de córnea uni ou bilateral é também bastante frequente. Como na cinomose, o melhor tratamento é a prevenção vacinando com vacinas de alta titulação (só encontradas em clínicas veterinária).

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

PARVOVIROSE CANINA...




PARVOVIROSE CANINA: É uma doença de cães séria e altamente contagiosa. Causada pelo parvovírus canino tem como sinais clínicos: morte súbita em filhotes aparentemente saudáveis (miocardite). 
  • Depressão e disfunções respiratórias antecedem a morte. 

PRINCIPAIS SINTOMAS: Vômito, diarréia e desidratação são os principais sintomas observados em cães. Quantidades variadas de sangue coagulado são encontrados em vários casos nas fezes. Temperaturas altas (39,7ºC) são comuns nos estágios iniciais. 

Também a vacinação é a melhor solução pois o tratamento exige internação e com risco de vida da ordem de 30-40%. 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Gatos: Lipidose Hepática...

A lipidose hepática é o acúmulo de gordura dentro de células hepáticas, que ocorre comumente em gatos. A causa desta condição clínica ainda é desconhecida,  porém sabe-se que gatos que tenham deixado de se alimentar por um longo período de tempo, seja por doença, por estresse ou qualquer outra razão,  formam o grupo de risco. Segundo a Dra. Heloísa Justen, médica veterinária especializada em felinos, os casos desta doença são freqüentes: 
"A lipidose é desencadeada quando o gato fica sem se alimentar. Pode ocorrer em qualquer idade, tanto em um gato de rua, que se machuca e deixa de se alimentar, quanto em um gato que passa uma semana em uma clínica se recuperando. A doença pode se manifestar quando o gato fica anoréxico, sem comer por pelo menos três dias. 
Mas nem todos os gatos desenvolvem a lipidose." Os animais afetados apresentam as mucosas e a pele com coloração amarelada, perdem peso, recusam-se a comer, demonstram-se letárgicos e podem apresentar vômito. Se não tratada a tempo, pode levar à morte. Para confirmar o diagnóstico, são necessários exames sanguíneos e provas bioquímicas. O tratamento deve ser intensivo e a alimentação deve ser forçada por meio de  seringas ou sondas, podendo durar de um a dois meses.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

DERMATITE EM CÃES E GATOS CAUSADAS PELAS PULGAS E CARRAPATOS

Dermatite alérgica à picada de ectoparasitas (DAPE)
Parte 2

TRATAMENTO

O tratamento consiste em eliminar a exposição ao alérgeno, ou seja, o controle efetivo da infestação das pulgas e carrapatos. E também pode ser necessário o uso concomitante de medicamentos para tratamento de lesões secundárias.

Para entendermos a melhor forma de eliminação dos ectoparasitas, vamos entender o seu ciclo de desenvolvimento:

 Como observamos nos esquemas, percebemos que os ectoparasitas passam longos períodos nos ambientes, portanto tratar apenas o animal, não é eficaz. É preciso também fazer o tratamento do ambiente em que esse animal vive.

Hoje temos uma série de produtos veterinários que tratam o animal. Mas atenção!  O uso de medicamentos, mesmo estes de combate a ectoparasitas, devem ser prescritos apenas por um médico veterinário. É ele que também fará a recomendação de medicamentos usados no ambiente. Deve-se ter muito cuidado com uso dessas medicações, são venenos e podem ser tóxicos aos animais se usados de maneira incorreta.

DICAS PARA CONTROLE DA INFESTAÇÃO:

  • Mesmo o animal que não tem infestação, deve fazer uso regular de ectoparasiticidas, até aqueles que não vão com frequência a rua.
  • Casas e apartamentos com carpetes e tapetes, devem ser aspirados frequentemente, e pode-se fazer uso de carrapaticida dentro do saco do aspirador, para que o parasita morra, descartando a possibilidade de re-infestação.
  • Tacos, pisos de madeira e rodapé são locais preferenciais destes parasitas, na hora da limpeza, deve-se dar uma atenção especial a esses locais, o uso de borrifador com o produto inseticida, pode  ajudar na eliminação.
  •  Escovar o animal com frequência, assim como fazer uma inspeção diária da pele, ajuda a perceber a infestação logo no começo, facilitando o tratamento.
Fonte:

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

DERMATITE EM CÃES E GATOS CAUSADAS PELAS PULGAS E CARRAPATOS



Dermatite alérgica à picada de ectoparasitas (DAPE) 
Parte 1

Os ectoparasitas mais comuns em cães e gatos são as pulgas e os carrapatos e eles são os responsáveis pela  dermatite alérgica à picada de ectoparasitas (Dape), sendo esta  a causa mais comum de coceiras e feridas em cães e gatos.

A DAPE é uma reação de hipersensibilidade aos componentes da saliva dos ectoparasitas, provocando prurido (coceira) intenso. A coceira é o sintoma primário, os proprietários vão observar o animal mordiscando a pele, rolando, se arrastando e coçando, lambendo-se em excesso.

As lesões secundárias são provenientes do traumatismo pelo ato de coçar. Então começa a observar alopecia(áreas sem pelo), pelos quebrados, pelos secos, descamação (caspa), hiperpigmentação (pele de cor escura), liqueinificação (pele espessada). Essas novas lesões, promovem a queda da barreira de proteção da pele, o que pode levar a um agravamento do quadro, com posterior infecção de pele.

Os locais preferenciais por esses parasitas são a base da cauda e região lombar dorsal. Seguido pelas coxas, virilha e abdomem. E é geralmente nesses locais que observamos as lesões. Em infecções mais severas, podemos ter envolvimento de várias regiões no corpo do animal.

Fonte:

domingo, 15 de dezembro de 2013

Cães e Gatos também envelhecem

Como se define o estágio da vida de cães e felinos

Diferente de humanos, os animais não apresentam uma contagem estipulada de idade, ou seja, muitos dizem que cada ano, na contagem humana, representa 6 anos na vida de um cão, porém, esse dado é aproximado, tendo em vista a expectativa de vida da espécie. Um animal jovem pode apresentar doenças ou disfunções características de velhos, como animais idosos apresentarem disposição de jovens, logo, para definir um animal como paciente geriátrico, são necessários exames clínicos e laboratoriais para avaliar seu estado de saúde, individualmente.
Segundo Mosier a velhice é um conjunto de processos biológicos complexos, que resultam em uma redução progressiva da capacidade do indivíduo manter a homeostasia, ou seja, a capacidade do corpo de manter um equilíbrio dos componentes e funções, simultaneamente.
A expectativa de vida de cães e felinos gira em torno de 10 e 11 anos, porém, não se faz regra, uma vez que, em 1995 foi publicado no Guinness Book of Records um recorde de um cão com 29 anos de idade e um felino com 34. Em uma pesquisa realizada no Reino Unido, na clínica veterinária da Universidade de Edinburgo, foram observados 6.417 gatos e 20.786 cães e dentre eles obteve-se o seguinte resultado: apenas 34,9% dos cães e 27,9% dos gatos tinham 7 anos ou mais.

sábado, 14 de dezembro de 2013

DIABETES EM ANIMAIS


A diabetes é uma doença que atinge humano e animais, por isso os pequenos animais também podem ser afetados pela doença, que é uma deficiência hormonal que reduz a capacidade do sangue de metabolizar o açúcar.
A descoberta da doença no início aumenta as chances de sucesso no tratamento. Em cães é mais comum o aparecimento da diabetes entre os quatro e 14 anos de idade, com maior ocorrência entre os sete e nove anos, sendo as fêmeas afetadas cerca de duas vezes mais do que os machos. Algumas raças de cães como Poodle Miniatura, Samoieda, Pug, Poodle Toy e Schnauzer Miniatura têm maior predisposição à doença.
Sintomas característicos da diabetes nos animais são os mesmos que aparecem nos humanos como: aumento da quantidade de água ingerida; o volume da urina se torna maior e o emagrecimento. A Diabetes em estado avançado nos cães tem como sinal o aparecimento da catarata. Já nos gatos a neuropatia diabética (lesão dos nervos em virtude da glicemia elevada) pode ocasionar dificuldade e dor no andar do animal. É essencial estar atento aos primeiros sinais e procurar ajuda médica veterinária o quanto antes. A diabetes é uma doença silenciosa e que se não tratada adequadamente pode trazer diversas complicações para o animal.