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João Pessoa, Paraíba, Brazil
Oi gente! Esse é o meu poodle Wally, o seu nome é uma homenagem ao antigo personagem da série de livros: Onde está Wally? Assim como ele gosta de aventuras e brincadeiras. As crianças são a sua alegria, gosta de correr, latir muuuuito KKKKKKKK,caminhar e passear de carro (hum...na janela é uma delícia!). Moramos em cidade litorânea e a brisa e o cheiro de mar que chegam na varanda lhe hipnotizam. Fica horas deitado ou sentado sob o sol da manhã.

sábado, 30 de novembro de 2013

Vacinação para cães

A vacinação protege os cães contra diversas doenças como cinomose, parvovirose, coronavirose, adenovirose, hepatite, parainfluenza, leptospirose e raiva.
É importante que os animais sejam vacinados logo após o desmame, com 45 dias de vida. A segunda e terceira dose deverão ser dadas com 75 e 105 dias respectivamente. A vacinação contra a raiva deve ser dada com 135 dias de vida. Depois do término das três primeiras doses, o reforço deverá ser dado todo o ano.
Além das vacinas para as doenças citadas anteriormente os cães podem ser beneficiados com a vacinação contra tosse, giardíase e leishmaniose visceral canina. No caso da giardíase a primeira dose da vacina deve ser oferecida aos cães com oito semanas de vida, a segunda dose deverá ser aplicada entre 14 dias e 28 dias após a 1ª dose. Os cães só estarão protegidos 15 dias depois de terem recebido a 2ª dose da vacina, devendo ser reforçada anualmente. Para cães já infectados, a vacina não tem efeito.
A leishmaniose deve ter a sua vacinação aplicada com 4 meses de idade, as outras aplicações serão divididas em 3 doses, respeitando o intervalo de 21 a 30, com reforço anual.
Já a vacinação contra traqueobronquite infecciosa (tosse dos canis) causada pela bactéria Bordetellabronchiseptica de ser aplicada a partir de 8 semanas de vida em cães sadios, a 2ª dose terá intervalo de 2 a 4 semanas. A imunidade acontece 21 dias após a administração da segunda dose. O reforço deve ser anual e em dose única.
A vacinação deve estar em dia evitando que o cão contraia uma doença que pode leva-lo à morte. Então, é bom evitar sair à rua e manter contato com outros animais enquanto o seu bichinho não for imunizado.

Fonte: Equipe Veterinária
Adaptação: Revista Veterinária

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Dicas de Cuidados: Xixi

Seu cão está com dificuldades para fazer xixi no lugar certo? 

Veja algumas dicas para ajudá-lo nessa tarefa:

  • Cães preferem lugares mais calmos e longe do comedouro. Por isso, evite colocar o “banheiro” dele em áreas de grande circulação ou onde haja muitos objetos.
  •  Caso a casa seja muito grande, é necessário restringir o espaço por onde o cão circula, até que ele tenha aprendido a fazer xixi no lugar certo.
  • Coloque o cão perto do local toda vez que perceber que ele está sem urinar há algum tempo ou logo após as refeições. 
  •  Brinque com ele nesse lugar durante um tempo. Fez xixi? No lugar certo? Recompense-o. No lugar errado? Não dê bronca. Insista! 
  • Leve-o sempre ao local escolhido para ser seu “banheiro. Aos poucos, ele entenderá que lá é o local correto de fazer as necessidades.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Cães: Torção Gástrica

Você sabe o que é torção gástrica em cães?

Ainda bastante desconhecida pelos proprietários de cães, a torção gástrica é uma ocorrência comum em raças de grande porte, podendo acometer, de forma mais rara, os cães pequenos. É também chamada de complexo dilatação ou torção de estômago.
O estômago se dilata de maneira exagerada, caso o cão se alimente com grande quantidade de comida, ou água na refeição. O estômago poderá, também, girar sobre o seu eixo, causando obstrução nas saídas gástrica e intestinal, deixando o alimento retido e o animal não consegue esvaziá-lo, nem pelo vômito, nem pelas fezes.
Há um aumento de volume do abdômen, causado pela fermentação dos alimentos e formação de gases, o que fará com que o cão sinta um grande desconforto, dificultando a circulação sanguínea por diversos órgãos. Isso pode resultar em intoxicação do animal.
Na clínica para onde deve ser levado o cão, usa-se uma sonda gástrica, introduzida pela boca até o estômago. Caso a sonda não passe, estará confirmado o diagnóstico de torção estomacal, sendo necessária a intervenção cirúrgica de urgência, que, não sendo realizada, coloca em risco a vida do animal que poderá entrar em choque (falta de circulação nos órgãos, que poderá provocar a morte do cão).
Caso não haja torção, considera-se apenas a dilatação.
Nos dois casos, o atendimento veterinário deve ocorrer de forma rápida. A dilatação e consequente torção gástrica podem ser evitadas alimentando-se as raças grandes duas vezes ao dia. A quantidade ingerida será menor e os riscos de torção serão diminuídos.
É bom ficar atento a alguns detalhes, como: animais mais velhos (acima de 7 anos de idade) e maiores são mais propensos, assim como algumas raças:  Dogue Alemão, Poodle Standard, São Bernardo, Basset Hound, Weimaraner, Setter Irlandês, Gordon Setter, Doberman.
Fontes: Webanimal e Dog’sTimes
Adaptação: Revista Veterinária

terça-feira, 26 de novembro de 2013

CINOMOSE EM CÃES

A cinomose é uma doença contagiosa de origem viral que afeta somente os cães, entre os animais domésticos. O vírus é resistente em ambiente seco e frio, e sensível a locais quentes, a muita luz solar e a desinfetantes comuns. Não escolhe sexo ou raça, nem a época do ano para agir. Ocorre mais em jovens, mas animais idosos também podem se contaminar, se não vacinados.
Os cães se contaminam por contato direto com animais doentes ou, simplesmente, respirando um ar contaminado. As secreções do nariz e boca de animais infectados são altamente contaminadas com o vírus da cinomose e são a principal fonte de propagação da doença; o espirro do animal doente contamina o ambiente e os animais que estejam por perto. Inclusive, se tiver um ser humano, nas proximidades, o vírus pode ser carregado até um animal sadio por ele.
Após o animal ser infectado, ele pode demorar até 14 dias para começar a manifestar os sintomas da doença. Normalmente o cão apresenta febre alta, perda de apetite, corrimento ocular e nasal, semelhantes a uma forte gripe. Após alguns dias, o animal pode apresentar melhora e permanecer bem durante meses. No entanto, após um período de calmaria, os sintomas mais típicos da doença podem se manifestar. Pode haver sintomas digestivos, como diarreia e vômito, respiratórios, com corrimento nasal e ocular ou nervosos, como tiques nervosos, convulsões, paralisias, falta de equilíbrio, etc.